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terça-feira, 23 de junho de 2009
Primeiras tentativas
Era giro ver surgir feicoes e expressoes com simples tracos, riscos e pontos. Mas ate que ponto seria igualmente divertido ver nascer figuras?! Foi o que tentei descobrir sob o olhar atento da Mestre. Das maos aos bracos... sem esquecer as regras basicas... e na construcao do corpo humano ha que ter em atencao as 7,5 cabecas para uns, 8 para outros, para haver o equilibrio e proporcao correctas na construcao do boneco...
De olho...na grafite
Hummm...e se estavam a pensar nas aguarelas...esquecam. Nao sao para ja. Nunca arrisquei e ate nem gostava muito de aguarelas. No meu tempo de escola, no seculo passado, tive uma professora que dizia que a aguarela pertencia aos que nao sabiam pintar. Era facil (dizia a senhora professora) desenhar borroes e imaginar o que eles podiam ser. Mais tarde tive um professor que contradizia aquela ideia (a da professora, claro, saida de uma cabeca tola, contudo, com direito a sua opiniao). Dizia ele, que a aguarela era uma arte nobre a qual muito poucos conseguiam ascender. Face a estas duas "teses" decidi deixar para um qualquer dia a minha investida no reino da aguarela. Aviso ja que so o fiz sob o conhecimento, autorizacao e conducao da minha querida Mestre. :)
segunda-feira, 22 de junho de 2009
Segredos inalcansaveis
Arrisquei igualmente com a grafite. Alias ela e a base. Com ela fazemos os esquissos, os sketches, enfim...desenhamos a lapis. E com eles que damos corpo as primeiras imagens dos nossos projectos. Com eles delineamos, sombreamos, damos volume (ou nao! para mim continua a ser dificil conseguir alcancar as 3 dimensoes. Ja prometi a minha querida Mestre Helena que la para o Natal consigo o "tal volume") hehehehe.
















